Relâmpago

relampago

Rasga o céu da noite.
Clareia os telhados e perde-se
por entre os corredores & quintais
das casas adormecidas.
Antecedido trovão
estremece as janelas,
os ouvidos, e
as nuvens carregadas
prenunciam a tempestade.
Num pesado piscar de energia,
num leve abrir de olhos,
dissolve-se a escuridão.
A chuva cai, forte, contudo suave,
de uma certa maneira,
durante toda a madrugada.
Compõe um poema
de um iluminar momentâneo.

Ana Flavia Sarti

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