próprias fronteiras

on-the-road-sam-riley

com a mochila nas costas,
leva nos ombros
o peso da casa.
sente nas asas,
um futuro que aposta
na brisa dos sonhos.
há lobos na rodovia,
mas há também,
o brilho da lua e das estrelas,
que caem da escuridão,
além do horizonte da cidade logo a frente;
onde as ruas, monstros de energia,
consomem e carregam os vagabundos
pelos becos e bares,
aos tropeços.
mesmo um viajante solitário na estrada,
com seus manuscritos
e os poucos trocados no bolso,
sabe que sua felicidade consiste na esperança
de um amanhecer mais claro;
pois o ideal, é ultrapassar
as próprias fronteiras.

Ana Flavia Sarti

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